Angolanices nº 3


Não costumo falar aqui muito do meu trabalho, mas a verdade é que ele permite-me contactar com algumas pérolas incontornáveis. Em muitos casos, confesso que não sei se ria, se chore.

Mas “entrando já no centro da preocupação” (esta é linda, vá!), e sem mais delongas verifico que o sentido prátido faz parte do quotidiano. E para tudo há uma solução. Sobre as crianças portadoras de deficiência ou dificuldades de aprendizagem, as respostas do sistema são variadas. Não há descriminação, até porque “quem tem corpo, tem doença”. E é muito simples: “Se vê mal, senta na frente”, “Se ouve mal, senta na frente”, “Se tem assimilação mais retardada estuda mais”

E claro, o grande problema nacional, que produz imensa tensão no sistema de ensino, é o facto de “Angola não ter taxa antinatalista”.

 

 

 

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